Autor

Diogo Henriques

Diogo Henriques

Escritor · storyteller

Escreve crónicas, perfis e histórias que atravessam o quotidiano com humor, ironia e alguma dor discreta. No Storialia concentra sobretudo a série Glória e dor. A jornada de um escritor, mas também contribui para A Febre das Coisas, Não é Ficção, É mais ou menos isto, Prato do Dia e textos sobre Ericeira.

O trabalho parte de observação atenta — coworkings, ruas, mesas de café, personagens que parecem saídos de outro século — e procura sempre uma forma narrativa clara, sem moralina fácil.

Mais recentes

It's Not Fiction EN
18 min

The Man Lightning Kept Finding

Diogo Henriques

For decades, Roy Sullivan survived things that should have killed him. His story became one of the most improbable of the twentieth century.

Não é Ficção PT
18 min

O Homem que os raios procuravam

Diogo Henriques

Durante décadas, Roy Sullivan sobreviveu a acontecimentos que deveriam tê-lo matado. A sua história tornou-se uma das mais improváveis do século XX.

Não é Ficção PT
12 min

Durante algum tempo, a Ericeira teve um rei.

Diogo Henriques

A história real de Mateus Álvares, o eremita que, durante algum tempo, foi proclamado rei da Ericeira.

It's Not Fiction EN
12 min

For a Time, Ericeira Had a King

Diogo Henriques

The true story of Mateus Álvares, the hermit who, for a time, was proclaimed king of Ericeira.

It's Not Fiction EN
5 min

An 89-Year-Old Woman Was Declared Dead Before Takeoff

Diogo Henriques

But passengers say she was already dead when she boarded

Não é Ficção PT
5 min

Uma mulher de 89 anos foi declarada morta antes da descolagem

Diogo Henriques

Mas os passageiros dizem que já estava morta ao embarcar

Por série

106 textos

Série

It's Not Fiction

Follow

Accidents, coincidences, obsessions, survivors, and small human disasters.

Ver série →
It's Not Fiction EN
18 min

The Man Lightning Kept Finding

Diogo Henriques

For decades, Roy Sullivan survived things that should have killed him. His story became one of the most improbable of the twentieth century.

It's Not Fiction EN
12 min

For a Time, Ericeira Had a King

Diogo Henriques

The true story of Mateus Álvares, the hermit who, for a time, was proclaimed king of Ericeira.

It's Not Fiction EN
5 min

An 89-Year-Old Woman Was Declared Dead Before Takeoff

Diogo Henriques

But passengers say she was already dead when she boarded

It's Not Fiction EN
12 min

The Only Survivor of LANSA Flight 508

Diogo Henriques

The true story of Juliane Koepcke, the 17-year-old who was the only survivor of LANSA Flight 508.

It's Not Fiction EN
7 min

It Took Off. And Nobody Understood Why.

Diogo Henriques

For more than an hour, he spoke calmly with the tower… while flying a plane that should never have been in the air

It's Not Fiction EN
14 min

Tsutomu Yamaguchi

Diogo Henriques

The true story of Tsutomu Yamaguchi, the only man officially recognized as a survivor of both atomic bombs.

It's Not Fiction EN
10 min

A 61-Year-Old Shepherd Showed Up at an 875 km Ultramarathon

Diogo Henriques

And nobody understood what he was doing.

It's Not Fiction EN
4 min

For 14 Minutes, This Man Was Dead

Diogo Henriques

What happened next is hard to believe.

Série

Não é Ficção

Follow

Acidentes, coincidências, obsessões, sobreviventes e pequenos desastres humanos.

Ver série →
Não é Ficção PT
18 min

O Homem que os raios procuravam

Diogo Henriques

Durante décadas, Roy Sullivan sobreviveu a acontecimentos que deveriam tê-lo matado. A sua história tornou-se uma das mais improváveis do século XX.

Não é Ficção PT
12 min

Durante algum tempo, a Ericeira teve um rei.

Diogo Henriques

A história real de Mateus Álvares, o eremita que, durante algum tempo, foi proclamado rei da Ericeira.

Não é Ficção PT
5 min

Uma mulher de 89 anos foi declarada morta antes da descolagem

Diogo Henriques

Mas os passageiros dizem que já estava morta ao embarcar

Não é Ficção PT
12 min

A única sobrevivente do voo LANSA 508

Diogo Henriques

A história real de Juliane Koepcke, a jovem de 17 anos que foi a única sobrevivente do voo LANSA 508.

Não é Ficção PT
7 min

Descolou. E ninguém percebeu porquê.

Diogo Henriques

Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar

Não é Ficção PT
14 min

Tsutomu Yamaguchi

Diogo Henriques

A história real de Tsutomu Yamaguchi, o único homem oficialmente reconhecido como sobrevivente das duas bombas atómicas.

Não é Ficção PT
10 min

Um pastor de 61 anos apareceu numa ultramaratona de 875 km

Diogo Henriques

E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.

Não é Ficção PT
4 min

Durante 14 minutos, este homem esteve morto

Diogo Henriques

O que aconteceu depois é difícil de acreditar.

Série

Glória e dor. A jornada de um escritor

Follow

Perfis narrativos de personagens que viveram entre o palco, a queda e a persistência luminosa de continuar.

Ver série →
Glória e dor. A jornada de um escritor PT
4 min

João Certinho

Diogo Henriques

Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
18 min

Cheguei chegando. Bom, mais ou menos.

Diogo Henriques

Uma viagem onde o idioma atrapalha

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
6 min

A força que não se vê

Diogo Henriques

Uma crónica sobre persistência, paisagem e a força silenciosa que nos move.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
15 min

“O mundo não é ruim, só está mal frequentado! “

Diogo Henriques

Uma crónica no Rio de Janeiro a partir de Luís Fernando Veríssimo e da estranha companhia do mundo.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
8 min

Voltei a recebê-la em casa

Diogo Henriques

Um reencontro inesperado, uma recaída inevitável

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
7 min

VH: duas letras da dor

Diogo Henriques

O absurdo de decorar para evitar alguém.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
16 min

Nos bastidores da escassez

Diogo Henriques

Um retrato de Raúl Fonseca, da fotografia analógica e dos bastidores onde a escassez também cria mundo.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
7 min

O Que Não Te Disse

Diogo Henriques

Estas palavras são para ele.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
14 min

A outra e a pavlova: crónica de um natal vesuviano

Diogo Henriques

A delicada arte de sobreviver à consoada

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
18 min

“Exmo. Senhor Sub-Diretor”

Diogo Henriques

Uma crónica sobre revisão, ofício e as pequenas autoridades que habitam a língua.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
16 min

Eu mato-te

Diogo Henriques

Uma manhã de pressa, parentalidade e palavras duras que ficam a ecoar depois de ditas.

Glória e dor. A jornada de um escritor PT
3 min

A Jornada do Sonhador

Diogo Henriques

Nada Está Errado: Tudo é Parte do Teu Sonho

Série

Ericeira, Between Land and Sea

Follow

Between the sand of the beaches and the fields of Mafra, Ericeira keeps stories of sea and land.

Ver série →
Ericeira, Between Land and Sea EN
14 min

Ball Game Square, Ericeira

Diogo Henriques

Today it is called Praça da República, but everyone knows it as Jogo da Bola — the beating heart of Ericeira between beach and fields.

Ericeira, Between Land and Sea EN
5 min

1910: The End of the Monarchy at Fishermen's Beach, Ericeira

Diogo Henriques

5 October 1910. In Ericeira, D. Manuel II boards discreetly at Praia dos Pescadores. The Portuguese monarchy had come to an end.

Ericeira, Between Land and Sea EN
7 min

Ericeira and World War II Refugees

Diogo Henriques

During World War II, 43,000 refugees arrived in Portugal. They settled in the country's major cities — about 14,000 in Lisbon — but were later sent to smaller towns such as Caldas da Rainha, Figueira da Foz and Ericeira. Salazar's regime feared political and economic unrest, but the phenomenon had unexpected results.

Ericeira, Between Land and Sea EN
4 min

The Ericeira Brass Band Has Stories to Tell

Diogo Henriques

Scorned by many and respected by others, brass bands remain, across this country, the only music schools in many towns. The Ericeira Brass Band was founded 174 years ago, in August 1849.

Ericeira, Between Land and Sea EN
4 min

They Are Called Jagozes

Diogo Henriques

Jagozes are what they call those born in the village of Ericeira — the “people of the sea”.

Série

Ericeira, Entre a terra e o mar

Follow

Entre a areia das praias e os campos de Mafra, a Ericeira guarda histórias de mar e de terra.

Ver série →
Ericeira, Entre a terra e o mar PT
14 min

Largo do Jogo da Bola, Ericeira

Diogo Henriques

Hoje chama-se Praça da República, mas toda a gente a conhece por Jogo da Bola. Já foi largo, hoje é praça. Já teve vários nomes — e sempre guardou o mesmo papel: ser o coração pulsante da vila, à beira-mar, entre a areia das praias e os campos de Mafra. Origens

Ericeira, Entre a terra e o mar PT
5 min

1910: O Fim da Monarquia Acontece na Praia dos Pescadores, Ericeira

Diogo Henriques

5 de Outubro de 1910. Na Ericeira, D. Manuel II embarca discretamente na Praia dos Pescadores. A monarquia portuguesa chegava ao fim.

Ericeira, Entre a terra e o mar PT
7 min

A Ericeira e os refugiados da Segunda Guerra Mundial

Diogo Henriques

Durante a Segunda Guerra Mundial chegaram a Portugal 43 mil refugiados. Instalaram-se nas grandes cidades do país, cerca de 14 mil em Lisboa, mas posteriormente foram enviados para meios mais pequenos como as Caldas da Rainha, Figueira da Foz e a Ericeira. O regime de Salazar temia pela agitação política

Ericeira, Entre a terra e o mar PT
4 min

A Filarmónica da Ericeira tem coisas para contar

Diogo Henriques

Desprezadas por muitos e reconhecidas por outros as bandas filarmónicas continuam a ser, por este país fora, as únicas escolas de música de muitas terras, uma actividade onde diferentes gerações convivem, os mais velhos passam o conhecimento aos mais novos. A Filarmónica da Ericeira foi fundada há 174 anos, em

Ericeira, Entre a terra e o mar PT
4 min

Chamam-se Jagozes

Diogo Henriques

Jagozes dizem-se aqueles que nasceram na vila Ericeira, é a “gente do mar”;

Série

A Febre das Coisas

Follow

Poemas e fragmentos narrativos para ler de noite, com voz baixa, como quem acende uma luz pequena.

Ver série →
A Febre das Coisas PT
5 min

As ribas não esquecem

Diogo Henriques

No passado adormeceu, A promessa do porvir. Hipotecaram-se as saudades; Talvez um dia retornem. Os mares guardam memórias Dos que em suas águas jazem. E as ribas, em silêncio, choram Por aqueles que nunca voltaram.

A Febre das Coisas PT
2 min

Agradece

Diogo Henriques

Seja em que situação estiveres na vida estejas em abundância, ou a lutar pela sobrevivência , na doença, ou na vitalidade, nada disso importa, pois cada um de nós está a viver, exa

A Febre das Coisas PT
5 min

A fechadura

Diogo Henriques

Quando a bricolage nos bate à parte

A Febre das Coisas PT
1 min

O túnel

Diogo Henriques

Ao ouvido me segredaste tantas histórias para contar fiquei no marasmo das vertigens de falhar

A Febre das Coisas PT
1 min

A morte e o sucesso

Diogo Henriques

Esta vida que estou agora a viver é apenas um momento fugaz da minha existência. Outras vidas é vivido, vidas passadas e outras vidas irei viver, e esta é mais uma. Não a desvaloriza, nem a torna especial, há um enorme peso que desaparece. O fim não é realmente o

A Febre das Coisas PT
1 min

É a vida

Diogo Henriques

Limpa, as aflições que te comem os botões

A Febre das Coisas PT
1 min

E assim começou

Diogo Henriques

Começou com um par de palavras De seguida, umas ideias simpáticas Rapidamente fomos a umas mais arriscadas Gostaste, e de seguida me desafiaste

A Febre das Coisas PT
1 min

E um dia

Diogo Henriques

E um dia assim de mansinho com o mar calmo e perfumes de maresia

A Febre das Coisas PT
1 min

Volta para mim

Diogo Henriques

Onde estás tu não te vejo há algum tempo pensei que viesses ontem mas nunca chegou o momento

A Febre das Coisas PT
1 min

Reflexo da chuva

Diogo Henriques

Às vezes a chuva chove e os pingos não me molham outras vezes não chove e sinto-me encharcado

A Febre das Coisas PT
1 min

Seja qual for, é esse mesmo

Diogo Henriques

Seja qual for o caminho onde te encontres seja qual for a pessoa que tenhas pela frente ou a pessoa com quem te deitas na cama

A Febre das Coisas PT
1 min

As vidas continuam

Diogo Henriques

Cada vida que vivemos É mais uma oportunidade que temos.

A Febre das Coisas PT
1 min

Sexta-feira de vida

Diogo Henriques

Não há vítima sem agressor, os dois polos atraem-se, os dois polos vivem dentro de cada um de nós nenhum é melhor que o outro, é o que é.

A Febre das Coisas PT
1 min

Navegar

Diogo Henriques

Tudo começa com uma palavra depois vem outra e logo, mais umas poucas

A Febre das Coisas PT
9 min

Não quero causar nenhum problema

Diogo Henriques

Semana de trabalho acabada, cheguei a casa final de tarde, era sexta-feira. As primeiras tardes de primavera chegavam à cidade, finalmente o calor abraçava Lisboa, por fim sexta-feira. Tomei um banho de água quente, depois a ferver. O corpo amolecido pelo calor, rodei a torneira e a água fria caía

A Febre das Coisas PT
6 min

Manual do Casamento. Como evitar separar-se amanhã.

Diogo Henriques

Coitados aqueles que buscam encontrar no casamento aquela chama de vontade que vos ardia no início. Não percam tempo como eu e tantos outros já perdemos, nem alimentem preocupações, como eu já tantas noites alimentei, com tais incumbências, porque essa vontade, lamento informar-vos aquilo que já sabem, não a vão

A Febre das Coisas PT
1 min

Inimigo

Diogo Henriques

Há uns que se riem outros que te apupam tentam encolher-te disparam gritos para humilhar-te

A Febre das Coisas PT
2 min

A chuva que molha é a que eu preciso

Diogo Henriques

Ela caminha, chove torrencialmente, mas não se preocupa, é chuva apenas água, a água que me lave, a água que me acorde. Caminha pelo passeio, casas pequenas, portões abertos outros fechados, persianas corridas, jardins cuidados, casas esquecidas, fachadas sofridas, e ninguém pela rua. Chove torrencialmente e estamos em Janeiro, ai

A Febre das Coisas PT
1 min

O mesmo não é igual

Diogo Henriques

Como é que e as palavras nas paredes do talho nas portas das finanças ou na papelaria da Ana não me dizem nada

A Febre das Coisas PT
1 min

Sacia-me o desejo

Diogo Henriques

O teu olhar de quem quer mais do que vê esse grito mudo de vontade acende-me o desejo e começamos com um beijo

A Febre das Coisas PT
1 min

Podem

Diogo Henriques

Podem impor-me um trabalho aumentar-me a renda proibirem-me de sair de casa e eu direi sempre o mesmo.

A Febre das Coisas PT
1 min

Lá vem ela

Diogo Henriques

Lá vai ela, vai tem esse olhar, tem energia boa, também tem tudo, tem é uma mulher boa

A Febre das Coisas PT
1 min

O caminho

Diogo Henriques

Essa preocupação que se ocupa pelo que há de ser e nos devora o presente De fazer isto, aquilo ou o outro Deixa-nos sempre ausente.

A Febre das Coisas PT
1 min

As ondas

Diogo Henriques

Há uma euforia quando elas vêm um vazio quando se vão

A Febre das Coisas PT
1 min

Contigo

Diogo Henriques

Não pode ser mas foi um mês passou a dor ficou

A Febre das Coisas PT
1 min

Más companhias

Diogo Henriques

Jorge vamos jantar! Já vou. A comida já está no prato! Já vou. Jorge, estamos todos à mesa à tua espera. Epá fogo ´tá bem, já vou! Jorge tinha entrado há dois meses em Ciências da Linguagem na Universidade de Lisboa. Viviam em Carnaxide, arredores de Lisboa. A dez quilómetros

A Febre das Coisas PT
11 min

Mas a quem é que isso lhe interessa

Diogo Henriques

Por aqueles tempos vivia em Madrid no bairro de Prosperidad. Um bairro historicamente obreiro, ainda hoje mantém alguma autenticidade que pelo centro já se vai perdendo. Não vim aqui parar por convicção, andei por muitos bairros à procura de casa, e depois de ver buracos que chamavam casas, e casas

A Febre das Coisas PT
1 min

Obrigado

Diogo Henriques

Há um antes e um depois, a vida nunca mais será a mesma, os olhos são os mesmos mas a perspectiva para sempre mudou

A Febre das Coisas PT
2 min

Madrid

Diogo Henriques

Después de una estancia de cinco días en la cuidad que me ha dado abrigo durante ocho años, camino desde La Latina en dirección a la estación de Atocha. Por el camino hay más recuerdos que calles, menos bares que histórias y muchas saudades. Otros tiempos me dice la razón.

A Febre das Coisas PT
1 min

Acordar

Diogo Henriques

Nunca foram as tuas pernas nem o teu olhar o que me deixou louco por ti foi o amor

A Febre das Coisas PT
1 min

Há um silêncio

Diogo Henriques

Acordar o melhor acordar é com um sorriso do teu filho as brincadeiras o pequeno-almoço preparar a mochila dá trabalho mas rejubila a ida de bicicleta para a escola o sol a raiar e

A Febre das Coisas PT
2 min

A apanha

Diogo Henriques

Pelas encostas de onde vem o vinho do porto, por onde navegam os afluentes do rio Douro, a azeitona é para ser apanhada no final do ano, inícios do inverno quando o vento e o frio já espreitam. Acorda-se durante a noite, prepara-se o material, vai-se ao povo beber um

A Febre das Coisas PT
2 min

Berlim

Diogo Henriques

Fui pela primeira vez em julho convite do meu amigo Loureiro nunca tinha visto jardins com tanta gente alemães sorridentes estrangeiros na Alemanha felizes bicicletas deitadas na r

A Febre das Coisas PT
2 min

Carta ao pai natal

Diogo Henriques

Querido pai natal, Este ano volto a escrever-te para pedir-te os meus desejos para este natal. Os dois primeiros são os mesmos de sempre, que acabe a fome e a guerra no mundo. Pronto. Agora para mim queria pedir-te, aquele jogo para a plastation dos carros mas quero o formula

A Febre das Coisas PT
1 min

É a chuva

Diogo Henriques

São perguntas, senhor, são perguntas é o que levo no regaço, perguntas para oferecer não tiram a fome mas são muito boas para entreter.

A Febre das Coisas PT
1 min

Esta terra

Diogo Henriques

Estas oliveiras já viram muito, Por aqui já passou muita fome, Já passaram manadas de miséria, a guerra, paixões , crimes de guerra, torturas, seca, discussões, sermões, ditadores,

A Febre das Coisas PT
1 min

Mata-me ou deixa-me viver

Diogo Henriques

Acordar Tomar banho, vestir-me, tomar o pequeno-almoço, Procurar as chaves, não estão no sitio delas, Bater a porta com força porque a fechadura está perra Pôr música nos ouvidos p

A Febre das Coisas PT
8 min

O caminho da mãe

Diogo Henriques

Mãe, levei meses para escrever-te, ensaiei muitas noites as palavras na minha cabeça faltou-me sempre a coragem para escrever-te. Dentro de uma semana faz dez anos que mudei-me para Madrid, já passaram três meses desde a última vez que falamos. Não discutimos, se calhar foi esse o nosso erro. Deixamos

A Febre das Coisas PT
8 min

Doutor encontrei a motivação que pensava perdida

Diogo Henriques

Boa tarde Doutor. Estou bem, bem melhor. Sinto-me um pouco mais leve e também um pouco mais animado. Bem sei. Bem sei que ontem o meu discurso era de largar tudo e só voltar daqui a uns anos quando as coisas estivessem um pouco melhores. Mas Doutor, hoje acordei com

A Febre das Coisas PT
20 min

Quando eu entrei estava pequeno

Diogo Henriques

Meses sem surfar, uma vontade adormecida e um dia em que o mar voltou a chamar — da ansiedade à água, da vergonha ao amor que nos mantém vivos.

A Febre das Coisas PT
18 min

Às 3h30 nasceu

Diogo Henriques

Para quem não sabe, eu pelo menos não sabia, uma gravidez não deve durar mais de quarenta e duas semanas. Esse limite não é imposto pela natureza mas sim pela classe médica. À minha mulher faltavam quatro dias para chegar às quarenta e duas semanas. Estava tudo bem. Mas se

A Febre das Coisas PT
7 min

O que quero ser quando for grande … aos cinquenta

Diogo Henriques

Ninguém escolhe um curso universitário por vocação. Pelo menos, não no Portugal em que eu cresci. Há uns poucos que já sabem que querem, advocacia, farmácia, medicina ou enfermagem. Há outros que escolhem um curso porque acham que vão gostar, mas não fazem a mínima ideia do que lhes espera.

A Febre das Coisas PT
6 min

O calor do verão

Diogo Henriques

O agosto já lá vai, a cidade está de volta. Juntam-se duas amigas ao final da tarde para porem a conversa em dia.

A Febre das Coisas PT
7 min

No duche tal como na vida

Diogo Henriques

Parece uma palermice e provavelmente é mesmo, mas encontrei umas semelhanças na forma como empurramos esta carroça que se chama vida e a forma como nos banhamos.

A Febre das Coisas PT
1 min

Nota #1 - O Processo

Diogo Henriques

Abraça o processo, aguenta forte, abraça mesmo nos dias em que menos te apetece, especialmente nesses dias. Acredita no caminho, abraça o esforço, sente a dor, abraça-a e sê gentil com ela. Faz da dor uma amiga e sente a resiliência que se ganha com essa amizade. Não sonhes com

A Febre das Coisas ES
1 min

Calles

Diogo Henriques

Não são vidas, são momentos, os momentos que vives em cada momento, não é a vida, é a vida que pões em cada momento En la calle empiezo mi viaje. En la calle del sufrimiento y de la alegría encuentras lo que nunca habías pensado, lo que nunca habías buscado.

A Febre das Coisas PT
1 min

Dame con la verdad

Diogo Henriques

Por muchas cosas que compre, no me queda nada, sólo mi identidad

A Febre das Coisas PT
1 min

De grande quiero ser gorda

Diogo Henriques

De niña yo escuchaba, quiero ser medica, profesora, o bailarina, pero lo que a mi me gustaba, era comer chuchería

A Febre das Coisas PT
1 min

El conocido se hace aburrido y el desconocido querido

Diogo Henriques

No son caminos por descubrir, Son pasos por caminos ya conocidos

A Febre das Coisas PT
1 min

Un día de cada día

Diogo Henriques

Darse dejarse besar, libertarse dejarse llevar, regresar sin nunca haber llegado, buscar sin saber lo que vas a encontrar, perderse y enamorarse de un sitio que nunca habías imagin

A Febre das Coisas ES
1 min

El equilibro del desequilibro de mi vida

Diogo Henriques

Algo mas que un litro de vino, contento lo has bebido, tristemente lo has terminado, la noche no ha terminado pero para ti ya se ha acabado. Es temprano, son las 2 de la mañana, no ha terminado como te lo has imaginado, todavía tienes que hacer la cama, para

A Febre das Coisas ES
6 min

La Luna casi llena

Diogo Henriques

Entre música, charla, cigarros, vino, más vino, café y otro café, salimos de Villa Sousa ya con las ganas de comer, de comer la noche, la noche de regalos, la folia. Ya en El Botequim, ese mítico bar que siempre está ahí pero donde todo cambia. Nuestro objetivo primario, el

Série

É mais ou menos isto

Follow

Crónicas de humor sobre o quotidiano, o trabalho, a paternidade e outras pequenas tragédias que parecem inventadas.

Ver série →
É mais ou menos isto PT
4 min

Se penso, logo existo. Mentira.

Diogo Henriques

Crónica de humor sobre paternidade e a impossibilidade de existir como pessoa quando se é pai.

É mais ou menos isto PT
5 min

Entrevista de trabalho

Diogo Henriques

Crónica de humor sobre uma entrevista de emprego que nunca devia ter acontecido.

É mais ou menos isto PT
18 min

É uma besta

Diogo Henriques

Conto de humor sobre um contabilista, uma colega insuportável e um prémio de 30 milhões.

É mais ou menos isto PT
4 min

Ela persegue-me

Diogo Henriques

Crónica de humor sobre ansiedade, tragédia imaginada e consultas ao psiquiatra.

É mais ou menos isto PT
3 min

Amor interdito

Diogo Henriques

Crónica de humor sobre a tentação de uma maionese no frigorífico.

É mais ou menos isto PT
8 min

A Emboscada

Diogo Henriques

Crónica de humor sobre horta, lesmas e uma emboscada noturna.