12 min A única sobrevivente do voo LANSA 508
A história real de Juliane Koepcke, a jovem de 17 anos que foi a única sobrevivente do voo LANSA 508.
Autor
Escritor · storyteller
Escreve crónicas, perfis e histórias que atravessam o quotidiano com humor, ironia e alguma dor discreta. No Storiale concentra sobretudo a série Glória e Dor, mas também contribui para A Febre das Coisas, Não é Ficção, É mais ou menos isto, Prato do Dia e textos sobre Ericeira.
O trabalho parte de observação atenta — coworkings, ruas, mesas de café, personagens que parecem saídos de outro século — e procura sempre uma forma narrativa clara, sem moralina fácil.
Juliane Koepcke caiu do céu e caminhou 11 dias sozinha pela selva.
A história real de Juliane Koepcke, a jovem de 17 anos que foi a única sobrevivente do voo LANSA 508.
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Depois de sobreviver
A história real de Tsutomu Yamaguchi, o único homem oficialmente reconhecido como sobrevivente das duas bombas atómicas.
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
O que aconteceu depois é difícil de acreditar.
O que aconteceu depois é difícil de acreditar.
Série
Acidentes, coincidências, obsessões, sobreviventes e pequenos desastres humanos.
Juliane Koepcke caiu do céu e caminhou 11 dias sozinha pela selva.
A história real de Juliane Koepcke, a jovem de 17 anos que foi a única sobrevivente do voo LANSA 508.
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Depois de sobreviver
A história real de Tsutomu Yamaguchi, o único homem oficialmente reconhecido como sobrevivente das duas bombas atómicas.
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
O que aconteceu depois é difícil de acreditar.
O que aconteceu depois é difícil de acreditar.
Série
Perfis narrativos de personagens que viveram entre o palco, a queda e a persistência luminosa de continuar.
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Uma viagem onde o idioma atrapalha
Uma viagem onde o idioma atrapalha
Uma crónica sobre persistência, paisagem e a força silenciosa que nos move.
Uma crónica sobre persistência, paisagem e a força silenciosa que nos move.
Uma crónica no Rio de Janeiro a partir de Luís Fernando Veríssimo e da estranha companhia do mundo.
Uma crónica no Rio de Janeiro a partir de Luís Fernando Veríssimo e da estranha companhia do mundo.
Um reencontro inesperado, uma recaída inevitável
Um reencontro inesperado, uma recaída inevitável
O absurdo de decorar para evitar alguém.
O absurdo de decorar para evitar alguém.
Um retrato de Raúl Fonseca, da fotografia analógica e dos bastidores onde a escassez também cria mundo.
Um retrato de Raúl Fonseca, da fotografia analógica e dos bastidores onde a escassez também cria mundo.
Estas palavras são para ele.
Estas palavras são para ele.
A delicada arte de sobreviver à consoada
A delicada arte de sobreviver à consoada
Uma crónica sobre revisão, ofício e as pequenas autoridades que habitam a língua.
Uma crónica sobre revisão, ofício e as pequenas autoridades que habitam a língua.
Uma manhã de pressa, parentalidade e palavras duras que ficam a ecoar depois de ditas.
Uma manhã de pressa, parentalidade e palavras duras que ficam a ecoar depois de ditas.
Nada Está Errado: Tudo é Parte do Teu Sonho
Nada Está Errado: Tudo é Parte do Teu Sonho
Série
Crónicas sobre comida portuguesa: origens, lendas e histórias por trás dos pratos que conhecemos de vista.
A sanduíche mais famosa de Portugal e a história que a trouxe ao prato.
Nunca fui grande fã da francesinha. Mas a história dela? Uma delícia.
Do Alentejo ao Porto: a bifana e os segredos do tacho.
Da capital da bifana em Vendas Novas às filas em Lisboa e no Porto — a história de um petisco nacional.
Série
Entre a areia das praias e os campos de Mafra, a Ericeira guarda histórias de mar e de terra.
Hoje chama-se Praça da República, mas toda a gente a conhece por Jogo da Bola. Já foi largo, hoje é praça. Já teve vários nomes — e sempre g…
Hoje chama-se Praça da República, mas toda a gente a conhece por Jogo da Bola. Já foi largo, hoje é praça. Já teve vários nomes — e sempre guardou o mesmo papel: ser o coração pulsante da vila, à beira-mar, entre a areia das praias e os campos de Mafra. Origens
5 de Outubro de 1910. Na Ericeira, D. Manuel II embarca discretamente na Praia dos Pescadores. A monarquia portuguesa chegava ao fim.
5 de Outubro de 1910. Na Ericeira, D. Manuel II embarca discretamente na Praia dos Pescadores. A monarquia portuguesa chegava ao fim.
Durante a Segunda Guerra Mundial chegaram a Portugal 43 mil refugiados. Instalaram-se nas grandes cidades do país, cerca de 14 mil em Lisboa…
Durante a Segunda Guerra Mundial chegaram a Portugal 43 mil refugiados. Instalaram-se nas grandes cidades do país, cerca de 14 mil em Lisboa, mas posteriormente foram enviados para meios mais pequenos como as Caldas da Rainha, Figueira da Foz e a Ericeira. O regime de Salazar temia pela agitação política
Desprezadas por muitos e reconhecidas por outros as bandas filarmónicas continuam a ser, por este país fora, as únicas escolas de música de …
Desprezadas por muitos e reconhecidas por outros as bandas filarmónicas continuam a ser, por este país fora, as únicas escolas de música de muitas terras, uma actividade onde diferentes gerações convivem, os mais velhos passam o conhecimento aos mais novos. A Filarmónica da Ericeira foi fundada há 174 anos, em
Jagozes dizem-se aqueles que nasceram na vila Ericeira, é a “gente do mar”;
Jagozes dizem-se aqueles que nasceram na vila Ericeira, é a “gente do mar”;
Série
Poemas e fragmentos narrativos para ler de noite, com voz baixa, como quem acende uma luz pequena.
Seja em que situação estiveres na vida estejas em abundância, ou a lutar pela sobrevivência , na doença, ou na vitalidade, nada disso importa, pois cada um de nós está a viver, exa
Seja em que situação estiveres na vida estejas em abundância, ou a lutar pela sobrevivência , na doença, ou na vitalidade, nada disso importa, pois cada um de nós está a viver, exa
Ao ouvido me segredaste tantas histórias para contar fiquei no marasmo das vertigens de falhar
Ao ouvido me segredaste tantas histórias para contar fiquei no marasmo das vertigens de falhar
Limpa, as aflições que te comem os botões
Limpa, as aflições que te comem os botões
Começou com um par de palavras De seguida, umas ideias simpáticas Rapidamente fomos a umas mais arriscadas Gostaste, e de seguida me desafiaste
Começou com um par de palavras De seguida, umas ideias simpáticas Rapidamente fomos a umas mais arriscadas Gostaste, e de seguida me desafiaste
E um dia assim de mansinho com o mar calmo e perfumes de maresia
E um dia assim de mansinho com o mar calmo e perfumes de maresia
Onde estás tu não te vejo há algum tempo pensei que viesses ontem mas nunca chegou o momento
Onde estás tu não te vejo há algum tempo pensei que viesses ontem mas nunca chegou o momento
Às vezes a chuva chove e os pingos não me molham outras vezes não chove e sinto-me encharcado
Às vezes a chuva chove e os pingos não me molham outras vezes não chove e sinto-me encharcado
Seja qual for o caminho onde te encontres seja qual for a pessoa que tenhas pela frente ou a pessoa com quem te deitas na cama
Seja qual for o caminho onde te encontres seja qual for a pessoa que tenhas pela frente ou a pessoa com quem te deitas na cama
Cada vida que vivemos É mais uma oportunidade que temos.
Cada vida que vivemos É mais uma oportunidade que temos.
Não há vítima sem agressor, os dois polos atraem-se, os dois polos vivem dentro de cada um de nós nenhum é melhor que o outro, é o que é.
Não há vítima sem agressor, os dois polos atraem-se, os dois polos vivem dentro de cada um de nós nenhum é melhor que o outro, é o que é.
Tudo começa com uma palavra depois vem outra e logo, mais umas poucas
Tudo começa com uma palavra depois vem outra e logo, mais umas poucas
Há uns que se riem outros que te apupam tentam encolher-te disparam gritos para humilhar-te
Há uns que se riem outros que te apupam tentam encolher-te disparam gritos para humilhar-te
Como é que e as palavras nas paredes do talho nas portas das finanças ou na papelaria da Ana não me dizem nada
Como é que e as palavras nas paredes do talho nas portas das finanças ou na papelaria da Ana não me dizem nada
O teu olhar de quem quer mais do que vê esse grito mudo de vontade acende-me o desejo e começamos com um beijo
O teu olhar de quem quer mais do que vê esse grito mudo de vontade acende-me o desejo e começamos com um beijo
Podem impor-me um trabalho aumentar-me a renda proibirem-me de sair de casa e eu direi sempre o mesmo.
Podem impor-me um trabalho aumentar-me a renda proibirem-me de sair de casa e eu direi sempre o mesmo.
Lá vai ela, vai tem esse olhar, tem energia boa, também tem tudo, tem é uma mulher boa
Lá vai ela, vai tem esse olhar, tem energia boa, também tem tudo, tem é uma mulher boa
Essa preocupação que se ocupa pelo que há de ser e nos devora o presente De fazer isto, aquilo ou o outro Deixa-nos sempre ausente.
Essa preocupação que se ocupa pelo que há de ser e nos devora o presente De fazer isto, aquilo ou o outro Deixa-nos sempre ausente.
Há uma euforia quando elas vêm um vazio quando se vão
Há uma euforia quando elas vêm um vazio quando se vão
Não pode ser mas foi um mês passou a dor ficou
Não pode ser mas foi um mês passou a dor ficou
Há um antes e um depois, a vida nunca mais será a mesma, os olhos são os mesmos mas a perspectiva para sempre mudou
Há um antes e um depois, a vida nunca mais será a mesma, os olhos são os mesmos mas a perspectiva para sempre mudou
Nunca foram as tuas pernas nem o teu olhar o que me deixou louco por ti foi o amor
Nunca foram as tuas pernas nem o teu olhar o que me deixou louco por ti foi o amor
Acordar o melhor acordar é com um sorriso do teu filho as brincadeiras o pequeno-almoço preparar a mochila dá trabalho mas rejubila a ida de bicicleta para a escola o sol a raiar e
Acordar o melhor acordar é com um sorriso do teu filho as brincadeiras o pequeno-almoço preparar a mochila dá trabalho mas rejubila a ida de bicicleta para a escola o sol a raiar e
Fui pela primeira vez em julho convite do meu amigo Loureiro nunca tinha visto jardins com tanta gente alemães sorridentes estrangeiros na Alemanha felizes bicicletas deitadas na r
Fui pela primeira vez em julho convite do meu amigo Loureiro nunca tinha visto jardins com tanta gente alemães sorridentes estrangeiros na Alemanha felizes bicicletas deitadas na r
São perguntas, senhor, são perguntas é o que levo no regaço, perguntas para oferecer não tiram a fome mas são muito boas para entreter.
São perguntas, senhor, são perguntas é o que levo no regaço, perguntas para oferecer não tiram a fome mas são muito boas para entreter.
Estas oliveiras já viram muito, Por aqui já passou muita fome, Já passaram manadas de miséria, a guerra, paixões , crimes de guerra, torturas, seca, discussões, sermões, ditadores,
Estas oliveiras já viram muito, Por aqui já passou muita fome, Já passaram manadas de miséria, a guerra, paixões , crimes de guerra, torturas, seca, discussões, sermões, ditadores,
Acordar Tomar banho, vestir-me, tomar o pequeno-almoço, Procurar as chaves, não estão no sitio delas, Bater a porta com força porque a fechadura está perra Pôr música nos ouvidos p
Acordar Tomar banho, vestir-me, tomar o pequeno-almoço, Procurar as chaves, não estão no sitio delas, Bater a porta com força porque a fechadura está perra Pôr música nos ouvidos p
Por muchas cosas que compre, no me queda nada, sólo mi identidad
Por muchas cosas que compre, no me queda nada, sólo mi identidad
De niña yo escuchaba, quiero ser medica, profesora, o bailarina, pero lo que a mi me gustaba, era comer chuchería
De niña yo escuchaba, quiero ser medica, profesora, o bailarina, pero lo que a mi me gustaba, era comer chuchería
Darse dejarse besar, libertarse dejarse llevar, regresar sin nunca haber llegado, buscar sin saber lo que vas a encontrar, perderse y enamorarse de un sitio que nunca habías imagin
Darse dejarse besar, libertarse dejarse llevar, regresar sin nunca haber llegado, buscar sin saber lo que vas a encontrar, perderse y enamorarse de un sitio que nunca habías imagin
No son caminos por descubrir, Son pasos por caminos ya conocidos
No son caminos por descubrir, Son pasos por caminos ya conocidos
Série
Crónicas de humor sobre o quotidiano, o trabalho, a paternidade e outras pequenas tragédias que parecem inventadas.
Se Descartes fosse pai, a frase seria outra.
Crónica de humor sobre paternidade e a impossibilidade de existir como pessoa quando se é pai.
Quatro erros ortográficos num panfleto corporativo.
Crónica de humor sobre uma entrevista de emprego que nunca devia ter acontecido.
A dona Bárbara, o Euromilhões e uma besta de carvalho francês.
Conto de humor sobre um contabilista, uma colega insuportável e um prémio de 30 milhões.
Medo de quase tudo e seguros de vida que nunca se usam.
Crónica de humor sobre ansiedade, tragédia imaginada e consultas ao psiquiatra.
Um amor proibido servido à colher.
Crónica de humor sobre a tentação de uma maionese no frigorífico.
Alguém está a dar cabo das nossas alfaces.
Crónica de humor sobre horta, lesmas e uma emboscada noturna.